Posted 2 June 2012, 6 hours ago | 5,760 notes | reblog this post
(originally cidade-fria / via desesperar-se)
Posted 2 June 2012, 7 hours ago | 6,546 notes | reblog this post
(originally an-amorfose / via borbulhar)
Posted 2 June 2012, 7 hours ago | 5,708 notes | reblog this post
(originally f-l-o-r-m-o-s-u-r-a / via desesperar-se)
Posted 2 June 2012, 7 hours ago | 6,164 notes | reblog this post
(originally guccigucci2011 / via embriagar-se)
Andei um pouco distante. De você, de mim, das coisas. Tentei me distanciar dos pensamentos, mas eles nunca se escondem. Às vezes, me sinto perseguida por eles. Me cercam, dominam, aprisionam. A cabeça da gente é um álbum de recordações: fotos de bons momentos, fotos de maus momentos, fotos que não dizem nada, fotos que tudo falam. E assim vamos indo, vendo e revendo fotos, buscando significados ocultos, palavras perdidas, versos cuspidos.
Clarissa Corrêa (via embriagar-se)
Posted 2 June 2012, 7 hours ago | 581 notes | reblog this post
(originally embriagar-se / via embriagar-se)
As relações são muito frágeis. As amizades, mesmo longas e firmes, são muito frágeis. O amor, por mais forte que seja, é muito frágil. Porque todo mundo se magoa, se fere, se atinge. Mesmo sem querer. Mas o que importa é o que a gente faz com isso, como a gente lida com a situação. O que importa é a gente querer fortalecer as coisas. Com clareza, maturidade e entendendo que não existe lado A ou B: todo mundo está do mesmo lado.
Clarissa Corrêa  (via machucad-a)
Posted 2 June 2012, 7 hours ago | 81 notes | reblog this post
(originally embriagar-se / via embriagar-se)
Às vezes a gente tem que se afastar das pessoas que a gente ama. Mas nem por isso nosso amor por elas é menor; aliás podemos chegar a amá-las ainda mais.
A Última Música (via embriagar-se)
Posted 2 June 2012, 7 hours ago | 309 notes | reblog this post
(originally embriagar-se / via embriagar-se)
(…) Tudo depende da intensidade que a coisa tem. Da importância que você dá. Do quanto seu coração se entrega.
Clarissa Corrêa  (via aluguefelicidade)
Posted 1 June 2012, 23 hours ago | 2,591 notes | reblog this post
(originally ladyinsane / via alures)
Ando feliz, cheio de fé.
Caio Fernando Abreu.      (via s-a-b-e-r-e-s)
Posted 1 June 2012, 23 hours ago | 897 notes | reblog this post
(originally jornascimentto / via alures)
Rodeia-me
Envolva-me
Abraça-me
Aperta-me,
maldita carência.
Posted 1 June 2012, 23 hours ago | 487 notes | reblog this post
(originally falsodesapego / via falsodesapego)
Assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor.
Los Hermanos (via p-a-r-a-f-r-a-s-e-a-r)
Posted 1 June 2012, 1 day ago | 315 notes | reblog this post
(originally p-a-r-a-f-r-a-s-e-a-r / via c-e-u)
Posted 1 June 2012, 1 day ago | 151 notes | reblog this post
(originally we-heart-vintage / via caramelos-floridos)
Posted 1 June 2012, 1 day ago | 76,745 notes | reblog this post
(originally joinmeinhelldarlings / via t-o-r-m-e-n-t-a)
Jamais desconsidere a maravilha das suas lágrimas. Elas podem ser águas curativas e uma fonte de alegria. Algumas vezes são as melhores palavras que o coração pode falar.
A Cabana.  (via d-i-z-e-r-e-s)
Posted 1 June 2012, 1 day ago | 378 notes | reblog this post
(originally c-a-n-a-r-i-o / via desapegar-se)
Deixa em cima desta mesa a foto que eu gostava, pr’eu pensar que o teu sorriso envelheceu comigo. Deixa eu ter a tua mão mais uma vez na minha pra que eu fotografe assim meu verdadeiro abrigo. Deixa a luz do quarto acesa, a porta entreaberta, o lençol amarrotado mesmo que vazio. Deixa a toalha na mesa e a comida pronta, só na minha voz não mexa, eu mesmo silencio. Deixa o coração falar o que eu calei um dia, deixa a casa sem barulho achando que ainda é cedo. Deixa o nosso amor morrer sem graça e sem poesia, deixa tudo como está e se puder, sem medo. Deixa tudo que lembrar eu finjo que esqueço, deixa e quando não voltar eu finjo que não importa. Deixa eu ver se me recordo uma frase de efeito pra dizer te ver ir fechando atrás da porta. Deixa o que não for urgente que eu ainda preciso. Deixa o meu olhar doente pousado na mesa, deixa ali teu endereço qualquer coisa aviso. Deixa o que fingiu levar mas deixou de surpresa, deixa eu chorar como nunca fui capaz contigo. Deixa eu enfrentar a insônia como gente grande, deixa ao menos uma vez eu fingir que consigo. Se o adeus demora, a dor no coração se expande. Deixa o disco na vitrola pr’eu pensar que é festa, deixa a gaveta trancada pr’eu não ver tua ausência. Deixa a minha insanidade é tudo que me resta, deixa eu por à prova toda minha resistência. Deixa eu confessar meu medo do claro e do escuro, deixa eu contar que era farsa minha voz tranquila. Deixa pendurada a calça de brim desbotado, que como esse nosso amor ao menor vento oscila. Deixa eu sonhar que você não tem nenhuma pressa. Deixa um último recado na casa vizinha, deixa de sofisma e vamos ao que interessa. Deixa a dor que eu lhe causei agora é toda minha, deixa tudo que eu não disse mas você sabia. Deixa o que você calou e eu tanto precisava, deixa o que era inexistente e eu pensei que havia.
Oswaldo Montenegro. (via c-a-n-a-r-i-o)
Posted 1 June 2012, 1 day ago | 118 notes | reblog this post
(originally c-a-n-a-r-i-o / via c-a-n-a-r-i-o)
Escolhi te amar
Com tanta gente no mundo, eu escolhi te amar.

''Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna.''
Tainá Alves
Bahia
theme por affectingyou; inspirado em decepcionar, com detalhes de maresia e quase-insana.
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